O psicólogo americano Frederick Herzberg já apontava, nos anos 1960, algo essencial sobre motivação: existem satisfiers (fatores que satisfazem) e dissatisfiers (fatores que desmotivam). Essa ideia foi uma epifania para mim quando a conheci nos anos 1970.
O dinheiro, por exemplo, é um dissatisfier. Você pode ficar infeliz porque não ganha o suficiente, mas dificilmente ficará feliz por muito tempo porque ganha muito. A euforia pode durar 30 dias, mas logo se transforma em sensação de direito adquirido: “é o que eu mereço”. Ou seja, dinheiro pode gerar satisfação de curto prazo, mas não traz felicidade de longo prazo.
O que realmente satisfaz?
Os verdadeiros satisfiers são fatores como:
- Oportunidade
- Reconhecimento
- Crescimento e avanço
- Fazer a diferença
São esses elementos que alimentam a paixão e a felicidade no trabalho. É por isso que muitos professores, mesmo sem salários altos, amam o que fazem: sentem que estão impactando o mundo. Enquanto isso, executivos que ganham centenas de milhares de dólares muitas vezes abandonam suas carreiras porque percebem que suas vidas estavam vazias e sem propósito.
Dinheiro ou propósito?
Os quatro satisfiers — oportunidade, reconhecimento, avanço e fazer a diferença — têm muito a ver com felicidade e sucesso. Avaliar se esses fatores estão presentes hoje em sua vida pode levá-lo a repensar o rumo que está seguindo nos negócios ou na carreira.
Eu acredito profundamente em seguir sua paixão e buscar constantemente inovação dentro dela, se quiser ser bem-sucedido. Afinal, se formos definir sucesso, precisamos lembrar: não é só sobre dinheiro. A felicidade é parte essencial dessa equação.
Reflexão
Quais são os maiores fatores que satisfazem e os que desmotivam em sua vida? De que forma eles influenciam as escolhas que você faz e os caminhos que decide seguir?
Compartilhe sua visão nos comentários. Vamos trocar ideias sobre como alinhar propósito, motivação e sucesso.
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Respostas de 2
Levar uma alimentação saudável a casa das pessoas, em forma de pratos e marmitas, que podem trazer vários benefícios, a curto e longo prazo, fazendo a pessoa entender, que no alimento na maioria das vezes está atrelado a doença e a cura, isso me motiva todos os dias. Porém a falta de mão de obra e desinteresse dos funcionários, está diminuindo muito a produção, e pra manter o padrão e a qualidade, o patrão está se sacrificando em um ritmo muito alucinado, perdendo assim sua saúde física e mental.
Minha opinião é que trabalhar com aquilo que gostamos já é caminho certo de sucesso, não há motivação maior!